2014-03-12
Duarte e Marta vêm à BE da JB
Os escritores Maria Inês Almeida e Joaquim Vieira vêm conversar com os alunos do 6º A sobre a coleção Duarte e Marta.
Esperamos por uma tarde bem animada, com muitas histórias, escritas e mistérios!
Sejam bem vindos, Inês e Joaquim (ou será que devemos dizer Duarte e Marta?)!
2012-10-16
2012-09-05
Regresso
Sejam todos bem vindos!
Estamos a preparar mais um ano letivo!
Mais uma aventura no mundo dos livros, mais uma viagem aos territórios do conhecimento!
A BE terá algumas novidades, algumas surpresas e acima de tudo está aberta às sugestões dos seus utilizadores... não deixes de nos visitar!
Contamos contigo para vivermos bem a nossa Biblioteca!
Estamos a preparar mais um ano letivo!
Mais uma aventura no mundo dos livros, mais uma viagem aos territórios do conhecimento!
A BE terá algumas novidades, algumas surpresas e acima de tudo está aberta às sugestões dos seus utilizadores... não deixes de nos visitar!
Contamos contigo para vivermos bem a nossa Biblioteca!
2012-05-21
Concurso literário "Outras escritas"
Está a decorrer até ao dia 25 de maio o concurso literário "Outras escritas".
Ainda estás a tempo de participar.
Informa-te na Biblioteca ou fala com o teu professor de Língua Portuguesa.
Esperamos por ti!
Ainda estás a tempo de participar.
Informa-te na Biblioteca ou fala com o teu professor de Língua Portuguesa.
Esperamos por ti!
2011-12-14
Feira do livro - Últimos dias
Para relembrar que a Feira do Livro está à vossa espera até ao dia 16 de dezembro, no horário da Biblioteca.
Temos livros bem interessantes e a preços convidativos. Aproveitem!
Temos livros bem interessantes e a preços convidativos. Aproveitem!
2011-11-17
Exposição sobre o mar
Desde ontem, dia 16 de novembro, que temos uma nova exposição na Biblioteca Escolar.
Os alunos dos 5º e 6º anos, fizeram trabalhos sobre o mar: são várias as abordagens, umas mais liricas e poéticas, outras mais ambientalistas, outras ligadas diretamente com a obra "A menina do mar".
Gostariamos que nos viessem visitar e pudessem apreciar os trabalhos realizados.
Os alunos dos 5º e 6º anos, fizeram trabalhos sobre o mar: são várias as abordagens, umas mais liricas e poéticas, outras mais ambientalistas, outras ligadas diretamente com a obra "A menina do mar".
Gostariamos que nos viessem visitar e pudessem apreciar os trabalhos realizados.
2011-11-11
São Martinho
Hoje, é o dia de São Martinho.
Na nossa Biblioteca está uma exposição sobre esta personagem histórica e lendária.
Venham visitá-la e descobrirão as diferenças entre as nossas tradições e as tradições do Norte da França.
Poderão ver também as lanternas que a Julie, nossa assistente Comenius, fez.
Teremos muito gosto em vos receber!
Na nossa Biblioteca está uma exposição sobre esta personagem histórica e lendária.
Venham visitá-la e descobrirão as diferenças entre as nossas tradições e as tradições do Norte da França.
Poderão ver também as lanternas que a Julie, nossa assistente Comenius, fez.
Teremos muito gosto em vos receber!
2011-11-02
Para saber mais:
O terramoto de 1755
http://www.youtube.com/watch?v=ksbfa4g7Qm0
http://www.youtube.com/watch?v=P0HvxKQhB1U&feature=related
Lisboa antes do terramoto de 1755
http://www.youtube.com/watch?v=4lh2EanKDQ0&feature=related
O terramoto de 1755
http://www.youtube.com/watch?v=ksbfa4g7Qm0
http://www.youtube.com/watch?v=P0HvxKQhB1U&feature=related
Lisboa antes do terramoto de 1755
http://www.youtube.com/watch?v=4lh2EanKDQ0&feature=related
Fez ontem anos....
O Terramoto que abalou Portugal, deixando Lisboa muito destroçada, ocorreu em 1 de novembro de 1755, fez, ontem, precisamente 256 anos.
Na nossa Biblioteca estão algumas imagens que retratam Lisboa antes e depois do terramaoto (antes da reconstrução pombalina).
Ainda hoje encontramos, em Lisboa, as marcas da intensidade do terramoto, nomeadamente, nas ruínas do Convento do Carmo.
Na nossa Biblioteca estão algumas imagens que retratam Lisboa antes e depois do terramaoto (antes da reconstrução pombalina).
Ainda hoje encontramos, em Lisboa, as marcas da intensidade do terramoto, nomeadamente, nas ruínas do Convento do Carmo.
2011-10-18
Novo romance de José Saramago, Claraboia
Acharão pelo título que há algo errado.
É verdade, José Saramago já faleceu, todavia, deixou alguns escritos por publicar e a sua família decidiu agora trazê-los ao conhecimento de todos.
Claraboia, romance escrito nos anos 1950 por José Saramago, chegou às livrariasde Portugal e do Brasil, nesta segunda-feira, 17 de outubro. O livro também está disponível em formato e-book.
Saramago enviou o livro à sua editora, quando terminou de escrevê-lo, na primeira semana de janeiro, de 1953, mas este nunca tinha sido publicado.
O romance andou perdido nos arquivos da editora até que foi encontrado nos anos 80.
No entanto, nessa altura, Saramago não autorizou a publicação do livro mas deu a opção aos seus herdeiros de o publicarem, após a sua morte.
Claraboia também está disponível para download, na livraria online da Leya, em www.mediabooks.com.
É verdade, José Saramago já faleceu, todavia, deixou alguns escritos por publicar e a sua família decidiu agora trazê-los ao conhecimento de todos.
Claraboia, romance escrito nos anos 1950 por José Saramago, chegou às livrariasde Portugal e do Brasil, nesta segunda-feira, 17 de outubro. O livro também está disponível em formato e-book.
Saramago enviou o livro à sua editora, quando terminou de escrevê-lo, na primeira semana de janeiro, de 1953, mas este nunca tinha sido publicado.
O romance andou perdido nos arquivos da editora até que foi encontrado nos anos 80.
No entanto, nessa altura, Saramago não autorizou a publicação do livro mas deu a opção aos seus herdeiros de o publicarem, após a sua morte.
Claraboia também está disponível para download, na livraria online da Leya, em www.mediabooks.com.
Poesia
VISTE O CAVALO VARADO A UMA VARANDA?
Viste o cavalo varado a uma varanda?
Era verde, azul e negro e sobretudo negro.
Sem assombro, vivo da cor, arco-íris quase.
E o aroma do estábulo penetrando a noite.
Do outro lado da margem ascendia outro astro
como uma lua nua ou como um sol suave
e o cavalo varado abria a noite inteira
ao aroma de Junho, aos cravos e aos dentes.
Uma língua de sabor para ficar na sombra
de todo um verão feliz e de uma sombra de água.
Viste o cavalo varado e toda a noite ouviste
o tambor do silêncio marcar a tua força
e tudo em ti jazia na noite do cavalo.
António Ramos Rosa, in Ciclo do Cavalo, 1975
Viste o cavalo varado a uma varanda?
Era verde, azul e negro e sobretudo negro.
Sem assombro, vivo da cor, arco-íris quase.
E o aroma do estábulo penetrando a noite.
Do outro lado da margem ascendia outro astro
como uma lua nua ou como um sol suave
e o cavalo varado abria a noite inteira
ao aroma de Junho, aos cravos e aos dentes.
Uma língua de sabor para ficar na sombra
de todo um verão feliz e de uma sombra de água.
Viste o cavalo varado e toda a noite ouviste
o tambor do silêncio marcar a tua força
e tudo em ti jazia na noite do cavalo.
António Ramos Rosa, in Ciclo do Cavalo, 1975
Poesia
A palavra
A palavra é uma estátua submersa,
um leopardo que estremece em escuros bosques,uma anémona sobre uma cabeleira.
Por vezes é uma estrela que projecta a sua sombra sobre um torso.
Ei-la sem destino no clamor da noite, cega e nua,mas vibrante de desejo como uma magnólia molhada.Rápida é a boca que apenas aflora os raios de uma outra luz.
Toco-lhe os subtis tornozelos,os cabelos ardentes e vejo uma água límpida numa concha marinha. É sempre um corpo amante e fugidio que canta num mar musical o sangue das vogais.
António Ramos Rosa, in Acordes(1989)
A palavra é uma estátua submersa,
um leopardo que estremece em escuros bosques,uma anémona sobre uma cabeleira.
Por vezes é uma estrela que projecta a sua sombra sobre um torso.
Ei-la sem destino no clamor da noite, cega e nua,mas vibrante de desejo como uma magnólia molhada.Rápida é a boca que apenas aflora os raios de uma outra luz.
Toco-lhe os subtis tornozelos,os cabelos ardentes e vejo uma água límpida numa concha marinha. É sempre um corpo amante e fugidio que canta num mar musical o sangue das vogais.
António Ramos Rosa, in Acordes(1989)
Aniversário do poeta António Ramos Rosa
Poeta e ensaísta português, natural de Faro, nasceu em 17 de outubro de 1924.
Quando a Segunda Guerra Mundial terminou, Ramos Rosa veio para Lisboa, depois de ter passado a juventude em Faro. Na capital, vivendo intensamente a vitória dos Aliados, trabalhou no comércio, atividade que abandonou rapidamente para se dedicar à poesia. Nos anos cinquenta, foi um dos diretores das revistas Árvore, Cassiopeia e Cadernos do Meio-Dia. Colaborou ainda com textos de crítica literária na Seara Nova e na Colóquio Letras, entre outras publicações periódicas. Como poeta, estreou-se na colectânea O Grito Claro (1958).
Ramos Rosa, também tradutor, escreveu dezenas de volumes de poesia, entre os quais Voz Inicial (1960), Sobre o Rosto da Terra (1961), Terrear (1964), A Constituição do Corpo (1969), A Pedra Nua (1972), Ciclo do Cavalo (1975), Incêndio dos Aspectos (1980), Volante Verde (1986, Grande Prémio de Poesia Inasset), Acordes (1989, Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores), Clamores (1992), Dezassete Poemas (1992), Lâmpadas Com Alguns Insectos (1993), O Teu Rosto (1994), O Navio da Matéria (1994), Três (1995), As Armas Imprecisas (1992, Delta, Pela Primeira Vez (1996) e A Mesa do Vento (1997, primeiramente editado em França), Pátria Soberana e Nova Ficção (2000). Entre os seus ensaios, contam-se Poesia, Liberdade Livre (1962), A Poesia Moderna e a Interrogação do Real (1979), Incisões Oblíquas (1987), A Parede Azul (1991) e As Palavras (2001).
Recebeu numerosos prémios nacionais e estrangeiros, entre os quais o Prémio Pessoa, em 1988. É geralmente tido como um dos grandes poetas portugueses contemporâneos. Para Ramos Rosa, escrever é, sempre, a necessidade de respirar as palavras e de às palavras fornecer o frémito do ser, os pulmões do sonho, e, com elas, criar a dádiva do poeta.
Em 2001, o poeta lançou Antologia Poética, com prefácio e selecção de Ana Paula Coutinho Mendes
Quando a Segunda Guerra Mundial terminou, Ramos Rosa veio para Lisboa, depois de ter passado a juventude em Faro. Na capital, vivendo intensamente a vitória dos Aliados, trabalhou no comércio, atividade que abandonou rapidamente para se dedicar à poesia. Nos anos cinquenta, foi um dos diretores das revistas Árvore, Cassiopeia e Cadernos do Meio-Dia. Colaborou ainda com textos de crítica literária na Seara Nova e na Colóquio Letras, entre outras publicações periódicas. Como poeta, estreou-se na colectânea O Grito Claro (1958).
Ramos Rosa, também tradutor, escreveu dezenas de volumes de poesia, entre os quais Voz Inicial (1960), Sobre o Rosto da Terra (1961), Terrear (1964), A Constituição do Corpo (1969), A Pedra Nua (1972), Ciclo do Cavalo (1975), Incêndio dos Aspectos (1980), Volante Verde (1986, Grande Prémio de Poesia Inasset), Acordes (1989, Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores), Clamores (1992), Dezassete Poemas (1992), Lâmpadas Com Alguns Insectos (1993), O Teu Rosto (1994), O Navio da Matéria (1994), Três (1995), As Armas Imprecisas (1992, Delta, Pela Primeira Vez (1996) e A Mesa do Vento (1997, primeiramente editado em França), Pátria Soberana e Nova Ficção (2000). Entre os seus ensaios, contam-se Poesia, Liberdade Livre (1962), A Poesia Moderna e a Interrogação do Real (1979), Incisões Oblíquas (1987), A Parede Azul (1991) e As Palavras (2001).
Recebeu numerosos prémios nacionais e estrangeiros, entre os quais o Prémio Pessoa, em 1988. É geralmente tido como um dos grandes poetas portugueses contemporâneos. Para Ramos Rosa, escrever é, sempre, a necessidade de respirar as palavras e de às palavras fornecer o frémito do ser, os pulmões do sonho, e, com elas, criar a dádiva do poeta.
Em 2001, o poeta lançou Antologia Poética, com prefácio e selecção de Ana Paula Coutinho Mendes
Dia Mundial da Alimentação
Durante esta semana, damos mais importância à alimentação.
Decorrem diversas atividades, em locais diferentes da Escola e dinamizadas por diversos professores.
Na BE está uma exposição bibliográfica.
Hoje, uma turma veio ouvir uma história sobre a roda dos alimentos e visualizar esculturas e desenhos feitos com alimentos.
Partilhámos os nossos saberes e todos aprendemos mais um pouco...
Decorrem diversas atividades, em locais diferentes da Escola e dinamizadas por diversos professores.
Na BE está uma exposição bibliográfica.
Hoje, uma turma veio ouvir uma história sobre a roda dos alimentos e visualizar esculturas e desenhos feitos com alimentos.
Partilhámos os nossos saberes e todos aprendemos mais um pouco...
Mais desenhos...
Durante a semana em que assinalámos a presença do mar e a sua importância, fomos visitados pelos meninos do Colégio da Linha. Lançámos o desafio e eles aceitaram: fizeram desenhos para a nossa exposição.
Se já estava linda, ficou bem melhor...
Apareçam... apreciem...
Se já estava linda, ficou bem melhor...
Apareçam... apreciem...
2011-10-06
Exposição
Na nossa Biblioteca encontra-se uma exposição de trabalhos realizados pelos nossos alunos, sobre o poema da Sophia.
São desenhos lindos que merecem ser apreciados por todos. Aguardamos a vossa visita.
Mais uma vez, parabéns aos participantes!
São desenhos lindos que merecem ser apreciados por todos. Aguardamos a vossa visita.
Mais uma vez, parabéns aos participantes!
Prémio Nobel da Literatura
O poeta sueco Tomas Tranströmer é o Prémio Nobel da Literatura de 2011, acaba de ser anunciado em Estocolmo pela Academia Sueca.
podes saber mais:
http://www.publico.pt/Cultura/tomas-transtromer-e-o-premio-nobel-da-literatura--1515270
http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/10/sueco-thomas-transtromer-ganha-premio-nobel-de-literatura.html
podes saber mais:
http://www.publico.pt/Cultura/tomas-transtromer-e-o-premio-nobel-da-literatura--1515270
http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/10/sueco-thomas-transtromer-ganha-premio-nobel-de-literatura.html
2011-09-30
Concurso
Os nossos alunos do 5º A e do 5º F estão de PARABÉNS!!!!
Participaram muitos e com ilustrações de muita qualidade.
Brevemente, anunciaremos a data da exposição dos vossos trabalhos, aqui, na Biblioteca.
Participaram muitos e com ilustrações de muita qualidade.
Brevemente, anunciaremos a data da exposição dos vossos trabalhos, aqui, na Biblioteca.
2011-09-28
Hoje...
28 de setembro:
1066 - Início da Conquista Normanda: Guilherme da Normandia desembarca na Inglaterra com 7000 homens.
1871 - Entra em vigor a Lei do Ventre Livre no Brasil.
1974 - Falha a tentativa de golpe em apoio ao presidente português António de Spínola.
Nasceram neste dia…
1803 - Prosper Mérimée, arqueólogo e escritor francês (m. 1870).
1968 - Mika Häkkinen, automobilista finlandês.
1984 - Melody Thornton (Pussycat Dolls), cantora e dançarina americana.
Morreram neste dia…
1895 - Louis Pasteur, químico francês (n. 1822).
1918 - Georg Simmel (na imagem), sociólogo alemão (n. 1858).
1978 - Papa João Paulo I, 263º papa (n. 1912).
1066 - Início da Conquista Normanda: Guilherme da Normandia desembarca na Inglaterra com 7000 homens.
1871 - Entra em vigor a Lei do Ventre Livre no Brasil.
1974 - Falha a tentativa de golpe em apoio ao presidente português António de Spínola.
Nasceram neste dia…
1803 - Prosper Mérimée, arqueólogo e escritor francês (m. 1870).
1968 - Mika Häkkinen, automobilista finlandês.
1984 - Melody Thornton (Pussycat Dolls), cantora e dançarina americana.
Morreram neste dia…
1895 - Louis Pasteur, químico francês (n. 1822).
1918 - Georg Simmel (na imagem), sociólogo alemão (n. 1858).
1978 - Papa João Paulo I, 263º papa (n. 1912).
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